Este estudo investiga a relação entre a política externa brasileira no governo Luiz Inácio Lula da Silva (2023–2026) e o desempenho econômico do país, com foco no Produto Interno Bruto (PIB) e no comércio internacional. Embora não haja estimativas oficiais que quantifiquem diretamente o impacto em reais das relações internacionais no PIB, essa pesquisa compila dados macroeconômicos oficiais, projeções de organismos internacionais e análises acadêmicas que permitem identificar tendências e mecanismos econômicos plausíveis para a influência da diplomacia comercial e das parcerias estratégicas na economia brasileira. O Produto Interno Bruto brasileiro apresentou crescimento acumulado positivo entre 2023 e 2026, superando 2% ao ano, segundo dados do IBGE e projeções do IPEA. No mesmo período, os gastos federais com viagens oficiais representaram aproximadamente 0,05% do PIB, conforme informações do Portal da Transparência da CGU. Essa proporção evidencia que tais despesas possuem impacto econômico estatisticamente irrelevante em termos macroeconômicos. O crescimento do PIB esteve associado principalmente à expansão do consumo interno, exportações e investimentos estrangeiros. Portanto, as despesas com viagens governamentais não configuram variável determinante para a dinâmica do crescimento econômico nacional.
1. Introdução
Nas últimas décadas, numerosos estudos relacionaram a abertura comercial, integração econômica e inserção internacional ao crescimento econômico de países emergentes (por exemplo, estudos sobre G-20 e crescimento via comércio exterior) .
No contexto brasileiro, o governo Lula (iniciado em janeiro de 2023) tem buscado reforçar a inserção internacional do país por meio de negociações comerciais, adesão a fóruns multilaterais e parcerias estratégicas (por exemplo, BRICS, Mercosul–UE, diálogos com EUA e China). Este artigo examina se e como essa política externa tem se refletido em indicadores macrodinâmicos como o PIB e as exportações.
2. Referencial Teórico
2.1 Comércio Internacional e Crescimento
A teoria do comércio internacional clássica e neoclássica — incluindo modelos de crescimento endógeno — sugere que a abertura comercial e a inserção em cadeias globais de valor podem aumentar o crescimento econômico ao expandir mercados, atrair investimentos e promover ganhos de eficiência produtiva.
Estudos empíricos em economias do G-20 suportam a relação positiva entre abertura comercial e crescimento econômico.
2.2 Relações Internacionais e Diplomacia Econômica
A diplomacia econômica compreende negociações bilaterais e multilaterais, redução de barreiras comerciais e promoção de investimentos estrangeiros. Relações diplomáticas ativas podem facilitar acordos comerciais e atrair investimentos diretos estrangeiros (IED), que por sua vez potencializam crescimento econômico (OECD, 2025).
3. Metodologia
Este trabalho realiza uma revisão de literatura acadêmica e relatórios econômicos oficiais (IMF, OECD) combinada à análise de indicadores macroeconômicos (PIB, balança comercial, IED) para identificar conexões entre a política externa brasileira e o desempenho econômico no período 2023–2026.
4. Análise Empírica
4.1 Crescimento do PIB (2023–2026)
Dados do Fundo Monetário Internacional (IMF) e da OECD mostram que o crescimento real do PIB brasileiro foi robusto em 2023 (~2,9 %) e projetado em 2024–2026 para 2,1 % a 2,5 % ao ano, apesar de moderação em 2025 e 2026 devido a ciclos econômicos mais amplos.
Esses números indicam que o Brasil manteve crescimento econômico estável, embora abaixo de economias de alto desempenho.
4.2 Comércio Exterior e Política Internacional
O desempenho da balança comercial, um componente importante do PIB, foi destacado pelo governo e por análises de comércio internacional:
O Brasil alcançou superávits comerciais recordes em 2023, impulsionados por commodities e forte demanda externa, especialmente da China — parceiro comercial chave — representando mais de 50 % do superávit naquele ano
O superávit comercial continuou elevado em 2025, com exportações e importações robustas, gerando uma corrente de comércio de US$ 615,8 bi e IED de US$ 84,1 bi — o maior desde 2014 — o que sugere um ambiente externo favorável e integração econômica crescente.
4.3 Diplomacia Comercial e Acordos
Durante o período, o Brasil intensificou negociações comerciais e diplomáticas:
Avanços significativos no acordo Mercosul–UE, que pode reduzir tarifas e ampliar exportações a longo prazo.
Discussões com a União Europeia e os Estados Unidos sobre minerais estratégicos, o que pode impulsionar investimentos e diversificação de exportações brasileiras.
Reconstrução das relações com a China após tensões anteriores, reforçando um parceiro comercial vital para commodities e manufaturados.
Essas ações mostram que o Brasil está ampliando sua inserção internacional, o que tende a facilitar exportações, investimentos e maior integração ao comércio global.
5. Discussão
5.1 Impacto nas Exportações e IED
Mesmo que não haja uma mensuração direta do impacto em Reais das relações internacionais sobre o PIB, os dados sugerem mecanismos plausíveis de contribuição:
Exportações robustas e superávits comerciais fortalecem o PIB via maior demanda externa.
Atração de IED recorde sinaliza confiança internacional, vinculada à estabilidade macroeconômica e à política externa ativa.
Negociações comerciais e diplomáticas potencialmente expandem o acesso a mercados e reduzem barreiras tarifárias, que em análises empíricas correlacionam-se com maiores taxas de crescimento econômico.
5.2 Limitações Metodológicas
Nenhuma estimativa oficial isolou quantitativamente o “efeito Lula” ou das relações internacionais diretamente no PIB em Reais entre 2023–2026.
Modelos causais complexos seriam necessários, mas podem ser tentados em estudos futuros com métodos econométricos e dados mais completos.
5.3 Comparação entre Gastos com Viagens Oficiais e Crescimento do PIB (2023–2026)
5.3.1 Contexto: Gastos com Viagens Oficiais
Dados oficiais e levantamentos de transparência mostram que o governo federal teve gastos substanciais com viagens oficiais e diárias em 2025, com despesas próximas de R$ 6 bilhões, considerando informações parciais disponíveis até outubro de 2025.
Embora nem todos os dados anuais estejam consolidados, este número indica o peso relevante dessas despesas no orçamento federal, mesmo excluindo gastos diretos do presidente e da comitiva presidencial.
Esses gastos incluem viagens nacionais (aproximadamente 86 % do total em 2025) e internacionais, mas não são comumente reportados como uma categoria agregada percentual do PIB nos relatórios públicos, o que torna necessária uma aproximação comparativa baseada no PIB total.
5.3.2 Crescimento do PIB Brasileiro (Referência para Comparação)
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve trajetória de crescimento ao longo dos primeiros anos do governo Lula:
2023: crescimento real de aproximadamente 2,9 % e PIB em torno de R$ 10,9 trilhões (valor de 2023).
2024: PIB totalizado em cerca de R$ 11,8 trilhões, com alta de 3,4 % em relação a 2023.
2025: projeções oficiais e análises (por exemplo IBGE e IPEA) indicam crescimento ao redor de 2,2 % a 2,4 % para o ano.
2026: projeções moderadas de crescimento (cerca de 2,0 % a 2,4 %) mantêm a expansão, embora mais lenta.
Esses números demarcam um crescimento real e nominal contínuo do PIB ao longo do período.
5.3.3 Proporção de Gastos com Viagens em Relação ao PIB
Para estabelecer uma comparação percentual entre gastos com viagens e o tamanho da economia brasileira:
Supondo gastos com viagens federais de cerca de R$ 6 bi em 2025 e um PIB estimado em R$ 11,8 tri em 2024 (e valores próximos em 2025):
Gastos com viagens como % do PIB:
Comparação prática:
Um gasto de 0,05 % do PIB para viagens oficiais é muito pequeno em relação ao crescimento do PIB de vários pontos percentuais ao ano (por exemplo, 3,4 % em 2024).
Para contextualizar, despesas totais do governo geral em funções amplas (saúde, educação etc.) atingir mais de 45 % do PIB em 2024, conforme relatório COFOG, muito além do peso residual de despesas de viagens específicas.
5.3.4 Interpretação e Significado Econômico
5.3.4.1 Discrepância entre Gastos Discricionários e Crescimento Econômico
Os gastos com viagens oficiais, apesar de politicamente visíveis, correspondem a uma fração muito pequena do PIB, indicando que eles não são um determinante macroeconômico significativo por si só no crescimento econômico.
O crescimento do PIB brasileiro em 2 % a 3 % ao ano durante o período (2023–2026) está mais diretamente relacionado a fatores estruturais amplos como consumo interno, exportações, investimentos, setorial agrícola, industrial e de serviços, não a despesas específicas com viagens governamentais.
5.3.4.2 Política Fiscal e Alocação de Gastos
As despesas públicas totais atingiram aproximadamente 45,8 % do PIB em 2024, com grande parte destinada a saúde, educação e proteção social — ordens de magnitude centenas de vezes maiores que os gastos com viagens — o que ressalta prioridades fiscais amplas além de despesas de representação e deslocamento.
6. Custos e números de repatriações de brasileiros (2023–2026)
1. Números de brasileiros repatriados
O governo brasileiro, por meio do programa “Aqui é Brasil” do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), tem coordenado a recepção humanitária de cidadãos repatriados principalmente dos Estados Unidos:
Em 2025, foram realizadas pelo menos 24 operações de repatriação, com mais de 2 000 brasileiros retornando ao país sob esse programa.
Em outubro de 2025, por exemplo, um voo trouxe 110 repatriados do exterior.
Em outra operação de 2025, 63 brasileiros foram recebidos em Belo Horizonte.
Ainda em 2025, uma operação trouxe 54 repatriados dos Estados Unidos.
Em 2026, houve operações de repatriação com pelo menos 32 brasileiros retornando ao país em janeiro.
Somados, os números confirmados demonstram que milhares de brasileiros foram repatriados no período 2023–2026, especialmente entre 2024 e 2025, quando as operações foram mais intensas.
Adicionalmente, dados dos Estados Unidos mostram que ao menos 1 240 brasileiros foram deportados pelos EUA em 2023 e cerca de 1 648 em 2024, segundo estatísticas compiladas pela mídia especializada (geral, sem detalhamento governamental brasileiro).
2. Custos governamentais no Brasil
Medida Provisória de 2025
Em 2025, o governo federal editou a Medida Provisória 1302/25, que destinou R$ 15 milhões no Orçamento para o acolhimento de brasileiros deportados pelos Estados Unidos, incluindo transporte e serviços de acolhimento humanitário.
Essa cifra é a única referência oficial pública que quantifica uma dotação orçamentária específica para essa finalidade no período 2023–2026. Os R$ 15 milhões foram alocados para ações emergenciais de acolhimento, transporte e apoio logístico aos repatriados, conforme justificado pelo Executivo.
Limitações de dados sobre custos totais
Não há informação pública consolidada, nem relatórios oficiais que quantifiquem o gasto total do governo federal com todas as operações de repatriação (aeronaves, combustível, diárias, logística, apoio médico e logística terrestre) no período 2023–2026.
Ou seja, embora exista a destinação de R$ 15 milhões por meio de lei específica, não é possível determinar um valor agregado preciso em reais para todos os custos incorridos com todas as operações de repatriação no período, pois:
Despesas por operação (aeronaves da Força Aérea Brasileira, diárias, combustível, etc.) não são publicadas de forma consolidada em portais de transparência ou em relatórios orçamentários específicos.
As dotações orçamentárias por ministério constam em registros de execução, mas não são publicadas com a descrição “repatriação”, sendo classificadas em rubricas amplas dentro de ações administrativas ou de direitos humanos.
Conclusão
A política externa brasileira sob o governo Lula (2023–2026) fortaleceu a presença do país no cenário global, intensificou negociações comerciais e manteve relações estratégicas com grandes parceiros como China, UE e EUA. Embora não seja possível afirmar um número absoluto em Reais de quanto as relações internacionais aumentaram o PIB, há evidências que:
O Brasil continuou a crescer economicamente em 2023–2026 com taxas estáveis de crescimento do PIB real.
Exportações e superávits comerciais alcançaram níveis históricos, sugerindo que a diplomacia econômica contribuiu para um ambiente externo favorável.
A atração de IED e negociações comerciais representa um canal importante de influência externa no desempenho econômico.
Esses resultados apoiam a ideia de que uma densa agenda de relações internacionais pode estar positivamente correlacionada com o desempenho macroeconômico, mas mais estudos econométricos são necessários para identificar causalidade direta.
Os dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentou crescimento real de aproximadamente 2,9% em 2023 e de 3,4% em 2024, atingindo o montante de cerca de R$ 11,7 trilhões ao final de 2024.
Para os anos de 2025 e 2026, as projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontam para taxas de crescimento em torno de 2,4% e 2,0%, respectivamente, mantendo a trajetória de expansão moderada da economia nacional.
Esses resultados demonstram que, no período analisado, o Brasil apresentou desempenho econômico positivo, ainda que condicionado por fatores estruturais internos e pelo cenário macroeconômico internacional.
No que se refere aos gastos públicos, dados da Controladoria-Geral da União (CGU), por meio do Portal da Transparência, revelam que as despesas federais com viagens e diárias alcançaram aproximadamente R$ 6 bilhões em 2025.
Quando comparado ao valor total do PIB, esse montante representa cerca de 0,05% da produção nacional, o que evidencia que tais despesas possuem peso estatisticamente reduzido na estrutura macroeconômica do país.
Dessa forma, ainda que os gastos com viagens oficiais sejam frequentemente objeto de debate político e midiático, sua relevância econômica é limitada quando observada sob a ótica agregada do PIB.
A comparação entre esses indicadores permite concluir que o crescimento do PIB brasileiro entre 2023 e 2026 esteve associado, sobretudo, a variáveis macroeconômicas amplas, como o aumento do consumo interno, a recuperação do setor de serviços, o desempenho do agronegócio, a expansão das exportações e a atração de investimentos estrangeiros diretos, conforme apontam relatórios do Fundo Monetário Internacional (IMF) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD). Nesse contexto, os gastos específicos com viagens oficiais não configuram fator determinante para o crescimento econômico, representando apenas uma fração residual do orçamento público e da renda nacional.
Assim, do ponto de vista da análise econômica, verifica-se que as despesas com deslocamentos governamentais, embora relevantes do ponto de vista administrativo e institucional, não exercem impacto significativo sobre a dinâmica do crescimento do PIB.
O desempenho econômico observado no período está mais diretamente relacionado a políticas fiscais, monetárias e comerciais, bem como à inserção internacional do Brasil e à conjuntura global, do que a gastos discricionários de natureza operacional, como as despesas com viagens e diárias.
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