quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

PENSAMENTO CRÍTICO UMA RESISTÊNCIA A EDUCAÇÃO INTEGRAL


EDUCAÇÃO um problema histórico no Brasil, a elite não quer que o Estado financie a educação dos trabalhadores.

As imagens dizem muito sobre a realidade brasileira a primeira imagem “A crise da Educação no Brasil não é uma crise: É um projeto.” (Darcy Ribeiro).
Existe um projeto de desmonte da escola pública (estatal) no país em outro como o México isso já ocorreu as privatizações os serviços estatais.
A segunda imagem diz: POR UMA EDUCAÇÃO QUE NOS AJUDE A PENSAR E NÃO NOS ENSINE A OBEDECER, se o projeto é neoliberal sabemos que não se quer que as pessoas pensem e logo muito menos que estudem e exerçam sua cidadania.
A terceira imagem ABAIXO A DITADURA, ainda se vive a ditadura conservadora da reprodução dentro das escolas, as grades curriculares impedem que se construa um pensamento crítico, ao invés de se produzir conhecimentos apenas se reproduza a mentalidade conservadora.

A quarta imagem demonstra um movimento em São Paulo para não fechar escolas, essa resistência ao avanço das privatizações do projeto neoliberal. Como um germinal estudantil do século vinte e um.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A POLÍTICA E A CULTURA BRASILEIRA


Hoje uma senhora me disse que “Não aguento mais escutar os debates políticos de Brasília que se vê deputados que nem deveriam estar lá, votarem na comissão de ética e não terem ética para estarem lá. Mas esses deputados que a sociedade brasileira elegeu para nos representar.
Não nos representa e cada vez mais temos que buscar novos e essa renovação é algo que necessita da reflexão consciente de buscar que de fato nos representa”.
Minha resposta sobre esse problema de acompanhar é muito complexa e as vezes cansativa, mas não tem outro jeito ou temos paciência e escutamos todas as posições de cada representante.
Neste sentido acompanhar para tiramos nossas conclusões sobre o que dizem ou não dizem os que elegemos ou não e depois decidimos sore quem vai nos representar.
Quem acompanha cansa e quem não acompanha fica alienada o depoimento de uma jovem “Bom, para ser sincera não entendo nada de política, mas realmente vejo necessidade de entender sobre o mesmo”.
Perguntas:
a-      Como funciona?
b-       Porque estamos em crise?
c-      O que a Dilma fez de tão grave se nunca vi ela metida em roubalheira?
Respostas:
a-       A política no Brasil tem uma dinâmica em que os eleitores elegem representantes a cada quatro anos e esses representantes de modo geral a maioria pega dinheiro de empresas que prestam serviços para os governos. Temos um toma lá dá cá.
O chamado clientelismo da política brasileira: No caso de Brasília os deputados votam nos interesses dessas empresas que de modo geral quer o dinheiro do orçamento federal que passa de um trilhão.

b-      A crise política imediata é esse impasse de se tirar a presidenta Dilma Rousseff, PT. O que se observa é um anti-petismo de pessoas do PSDB que em 2013 foram para a rua, as mobilizações do ‘vem pra rua’ o que se observou em 2015 o esvaziamento de cerca de 80% dessas mobilizações pelo impedimento.
c-       As chamadas pedaladas acontecem quando o orçamento é de uma valor e falta impostos para pagar as obrigações orçadas no congresso nacional que é a Lei e o governo que é o poder executivo tem obrigação de executar o que é Lei.
Esses dois casos o cansaço e a alienação são dois tipos de problemas que os corruptos contam para manipular a sociedade. Os cansados são um tipo de alienado consciente.
E os alienados por falta de informação, formação e ou capacidade de saber a gravidade do problema em relação à política. Romper com a velha forma de fazer política necessita da organização coletiva de maioria da sociedade. E por mais que não gostamos é o partido político a ferramenta de organização institucional na sociedade contratual que vivemos.
A consciência é a solução de nossos problemas e se aprende sobre a nossa cultura política a partir dos estudos a formação escolar a valorização do pensamento crítico sobre a cultura brasileira do patrimonialismo, clientelismo, apadrinhamento etc.
Conhecer a nossa cultura para poder transforma-la, a sociedade tem os seus vícios romper com essa velha forma de fazer política com o dinheiro de empresas é um risco de manter a política centralizada no poder econômico isso aconteceu no coronelismo.
Vivemos o tipo de coronelismo industrial e financeiro, quer dizer um centralismo das decisões nas mãos de poucos. E esses centralismos são importantes para continuar os interesses dos grandes capitalistas que só precisam comprar alguns deputados e esses deputados decidem e fazem Leis que garantem os interesses dos empresários nacionais e internacionais.

O certo é o interesse neoliberal, essa é a liberdade que temos na democracia neoliberal é de fazer o que os liberais dizem que podemos fazer. Essa é a liberdade que temos de fazer o que os poderosos querem é nisso que consiste a liberdade do neoliberalismo.
Quer saber mais veja esse vídeo: Por que não podemos chamar de democracia Eduardo Galeano https://www.facebook.com/mabry.roma/videos/1670643256373/

SÓ COM A PARTICIPAÇÃO QUE SE MUDA OS PARTIDOS POLÍTICOS NO BRASIL

O que se diz que é política e o que deveria ser: Essa diferença entre dizer que político é o corrupto e que todos são iguais. O que deveria ser a política é o bem com de uma sociedade.
Para que uma sociedade tenha representantes dignos de merecerem o respeito dos seus cidadãos é preciso que a própria sociedade seja honesta, ética e tenha consciência sobre seus interesses e necessidades.
Fonte: Matheus Brinhosa Ciências Sociais

Se buscar na história vamos ver que os partidos políticos foram inclinados para centralismos, a decisão fica na mão de poucos.
Podemos até ariscar em dizer que os partidos têm donos e neste sentido os donos dos partidos passam a escolher entre os seus para estarem candidatos, se dá preferência para os apadrinhados.
Pensando a lei vamos ver que o modelo do sistema político brasileiro é presidencialista e no máximo as convenções decidem quem vai ser os que irão ditar as regras do jogo político do partido.
Romper com essa velha forma de fazer política do toma lá dá cá, passa pela consciência sobre a importância do voto e a escolha dos nossos representantes.
É mais que na hora das pessoas se organizarem e lutarem pelos seus interesses, necessidades de melhorias para obterem uma vida digna.
O problema da manipulação da mídia faz com que as pessoas confundem o que interesse e necessidade, a sociedade do consumismo no leva a esse abismo de consumir o nosso planeta.
Por isso mais uma vez pensar a consciência ecológica é uma possibilidade de avançar na participação de um rompimento com a velha forma de se fazer economia, existem acordos internacionais para mudar a economia.
O que falta para de fato mudar a realidade é descentralizar as soluções, mudando valores de consumismos por valores de reutilização. Sim nós podemos reutilizar o uso da internet já demonstra que estamos conseguindo alguma coisa.
Vamos avançar cada vez mais neste sentido valorizando bens materiais duráveis e neste sentido o fato de durarem mais evita a destruição, energias renováveis e a distribuição equitativa dos recursos naturais.
Essa consciência sobre o equilíbrio ambiental, a importância da árvore no ciclo da água e de nossa própria vida mesmo que na visão antropocêntrica, saber que somos o que somos para avançar e romper com a velha forma de utilização dos recursos naturais para um equilíbrio.
Essas consciências de participação e a participação consciente faz a transformação e a renovação na política. Papeis importantes de que nossos representantes deixam de cumprir e quando isso acontece temos que buscar novas alternativas.
Podemos buscar novos partidos que surgem e novos surgirão sempre, nos brasileiros gostamos do novo sempre. Renovar sempre como cada dia nasce um novo sol sem dúvida, mas o partido pode e deve fazer essa renovação e sempre que o partido consegue fazer essa renovação é que permanece forte com seus representantes eleitos.

Dentro da realidade atual dos partidos políticos no partido e analisando como corporação os mesmos se protegem contra o povo. O cidadão precisa se organizar e estar como força dentro de um partido para poder fazer acontecer na sociedade a partir da Lei o que é necessário como bem comum, que a política deveria ser.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

IMPEDIMENTO DO IMPEDIMENTO

Utilizar em português a palavra impedimento, no sentido da tradução da palavra em inglês Impeachment, prefiro fazer um rompimento linguístico de utilizamos cerca de quatrocentas palavras imperialistas estadunidenses e ou britânicas uma submissão colonialista.
Parece um fundamentalismo religioso, da nossa base de formação cristão, esse pensamento conservador parece que talvez influência na coisa de que um presidente salva a pátria.
Falar em humildade é uma coisa ter humildade é outra coisa, manter um certo puritanismo é coisa da esquerda em não se perder no poder. Sempre escutei no PT que os igrejeiros não queriam se sujar e política é sujeira.
Essas retóricas muitas vezes servem de manobra política para impedir que outros assumam espaços de poder, daí é mais revolucionário o mais profissional e neste sentido fazem as manobras. A questão agora é se Dilma e seu governo tem a capacidade de fazer a manobra política convencendo a maioria para impedir o Cunha e de impedir o impedimento de Dilma.
Não é uma questão só do PT, mas sim da sociedade burguesa e elitizada que a mídia esconde. A realidade é muito mais dura do que a vontade política, a justiça é negligente e deixa em impune a elite e condena os pobres e neste caso o PT é um governo para, do e com os pobres é marginalizado e pisado pela grande mídia e a maioria dos tradicionalistas, formalistas dos juristas são da tradição e da propriedade privada, Arena, PDS, PFL, PSDB, PMDB, PP, PTB, PSD etc.


Os últimos 35 anos e talvez desde 1930, vivemos um congelamento da política e o Estado moderno brasileiro tem seus vícios patrimonialistas, clientelistas, populistas, centralista etc. Meio que o PT mudou um pouco com o Bolsa família, minha casa minha vida. Digamos que essas e outras migalhas são uma semente para outros avanços maiores e esse é o medo da elite brasileira e temos um retrocesso com a mobilização de todo tipo de direita.
Neste sentido o impedimento do impedimento fica a dúvida quem chuta primeiro, que vai além da retórica de que Dilma mente que Cunha acusa os governistas e Wagner diz que Cunha é que mente. O que temos é um formalismo jurídico em que Cunha o presidente do congresso recebeu a bolada no saco e conta com a elitização da justiça a seu favor com o velho patrimonialismo, clientelismo, populista.
O Partido dos Trabalhadores conta com o desgaste de Eduardo Cunha e até por ser do partido do vice Temer, PMDB. Nas apostas de quem cai primeiro parece que a corda mais fraca é Eduardo Cunha, que dificilmente terá o número de votos para impedir Dilma Rousseff, PT de continuar governando o país. Os ratos estão abandonando o Eduardo Cunha e certamente ele o presidente do congresso nacional perderá o cargo que lhe foi empossado e não lhe é digno e poderá cair nas mãos de outro da mesma estirpe.
É fato o Partido do Movimento Democrático Brasileiro a tempos vem se perdendo no poder. O repensar do poder que esse momento histórico junto com o desejo de mudança dos brasileiros poderemos ter uma onda de ética na política brasileira é a esperança que nutre na mente de cada um de nós no sentido de melhorar ainda mais a nossa realidade.

A fragmentação do Congresso Nacional na esperança de eleger um outro presidente do Congresso Nacional para moralizar a casa. Outro ponto forte é a capacidade de articulação do campo da esquerda. O PT, PCdoB, PSB, poderá receber apoio da Rede, PSOL, PSTU, PV, PPS, mesmo que seja somente momentâneo para derrubada de Eduardo Cunha é um avanço para a democratização do Congresso Nacional.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Caminito, República de La Boca

Um lugar com o nome de caminho, por causa do trilho que passava o trem e que hoje é conhecido como La Boca. Ou Caminito, República de la Boca.
Una homenajes la Alfredo Lázzari, 1942 y Quinquela Martín, 1950 a lo caminito, La República de La Boca.


El nombre Caminito, como no podía ser de otra manera, se lo debe a unfamoso tango del año 1926 de Gabino Coria Peñalosa y Juan de Dios Filiberto. Fue bautizado así por el famoso pintor boquense Benito Quinquela Martín, quien en la década de 1950 llamó así a esta calle de tan solo 100 metros.
Fonte: http://www.loquehayqueverenargentina.es/caminito-republica-de-la-boca/ 


caminito


El “caminito” que fué la inspiración del autor no está en La Boca, está en la localidad de Olta, provincia de La Rioja y en ese lugar no pasaba ningún arroyo sino que por ahí circulaba un antiguo ramal del ferrocarril que dejó de funcionar en el año 1920 y se convirtió en un yuyal abandonado, hasta que un vecino del lugar propuso sanearlo y abrir un sendero para acortar distancias, al que llamó “la curva”. En el año 1950, por influencia de Quinquela Martín se lo denominó “Caminito…” Comentário de ROBERTO LAMAS 14/05/2009 



Outro olhar para a mesma questão, saber sobre a fonte do nome caminito é a antiga estrada de ferro que passava em frente é interessante pensar o velho e o novo e a transformação e a própria transformação que essas coisas fazem dentro de nós. 
Chamado pelo pintor: Benito Quinquela Martín nos anos de 1950 quando tinha pintado esse espaço de 100 metros.



O ponto turístico que esse espaço que revela parte da história de Buenos Aires, as dificuldades dos trabalhadores que produzem a riqueza do país é revelada pelas condições que se vive. Por outro lado a criatividade Latino Americana está presente tanto no modelo de ocupação germinada que economiza material e no colorido que expressa a felicidade de pessoas que vivem mesmo com pouco.



terça-feira, 7 de julho de 2015

Animais


Avestruz


Fonte:
http://pantaleonylasdecoradoras.com/y-a-ti-te-encontre-en-la-calle/



Ñandues y charitos, Carlos Regazzoni

Fonte: http://recuerdosdearturo.blogspot.com.br/2014/03/el-arte-en-las-callepaseo-de-las.html