sexta-feira, 21 de outubro de 2016

PEC – 241, PEC da morte:

                                          Foto: SINDSEPERS


Osni Valfredo Wagner[1]

Para alguns que não serão atingidos pela PEC – 241, tempos melhores virão. Serão dias em que alguns e ou poucos que são a elite da sociedade brasileira se beneficiarão com o arrocho salarial. 
Muitos estão detraídos com cenários sobre Eduardo Cunha que está hospedado na polícia federal. Ainda existem pessoas que vestiram a camisa da seleção brasileira achando que iriam fazer mudanças no país, outros o fizeram conscientemente.
Manipulados e manipuladores: Ignorantes, desinformados, cínicos e interesseiros oportunistas de plantão defensores da PEC – 241 de morte da política no sentido pleno, a morte da organização do Estado Brasileiro propriamente dito. E com essa PEC da morte, se perde o sentido Federativo de organização de política social: da Saúde, da Educação etc. com possibilidade de corte de 30% (Trinta porcento) do orçamento governamentais.
O desmonte do Estado Social e a construção do Estado Mínimo e ou Neoliberalismo, significa a perca do sentido coletivo de interesse comum para a sociedade civil. A inauguração de um novo individualismo de quem não tem renda, não terá saúde, ficará sem escola, não poderá estudar em uma universidade etc.
Neste sentido de perca dos direitos sociais a PEC – 241 é um projeto de morte, os pobres e assalariados já pagavam cerca de (45%) em impostos e com a PEC da morte aumenta o arrocho salarial e mais percas de direitos sociais: Fim do SUS e Escolas Pública privatização.

Essa possibilidade que a PEC da morte a PEC – 241 traz aos governantes é oficializar as pedaladas de desvios de recursos financeiros da Saúde, da Educação etc. para outras áreas como infraestrutura, salários de deputados, juízes etc.

Fontes bibliográficas




[1]Osni Valfredo Wagner Graduação em Ciências Sociais, Especialista em Gestão P. R. Agrário A. - UFLA - MG, Mestrado em Desenvolvimento Regional - FURB e Aluno do Curso Intensivo valido ao Doutorado em Direito na UBA - Argentina.

[2]Arrocho Salarial: Arrocho Salarial significa que as percas da inflação não são reajustas e ao mesmo tempo em que os preços dos produtos aumentam ainda mais.  A PEC – 241, ela neste sentido é mais um imposto aos pobres que já são penalizados com baixos salários, ganhando menos poder de compra terão que apertar o cinto. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Analisando o fenômeno Pokémon


                 Analisando o fenômeno Pokémon, aparentemente é só mais uma moda. Mas o que chama a atenção é essa interação que esse modelo de uso tecnológico tem ofertado para os apaixonados por jogos.
                 Procurar no território e ter a oportunidade de interação é interessante, mas como tudo na vida é necessário cuidados de todo tipo de segurança. Como forma pedagógica podemos pensar em mecanismos de informação e formação.

                Imagino daqui uns tempos aparecer uma imagem em nossa frente via satélite e ou outro tipo de tecnologias, os avanços tecnológicos ajudam a medicina, a educação, contribuem para cultura, lazer etc.

mais https://www.facebook.com/events/1742166579355787/1747742562131522/?notif_t=like&notif_id=1471613326349874

O que podemos fazer para visualizar o que pensam e como agem os usuários de jogos como Pokémon?

Direitos autorais: Ellen, Francini e Rebeca, 2015.
 
Primeiramente dizer que tenho um trabalho pedagógico de construção da autonomia em um práxis de processo libertário mesclado com libertado e rompendo com as práticas tradicionais.
Em segundo lugar o meu olhas das Ciências Sociais busca olhar em um todo a vida e a sociedade.
Neste sentido de compartilhar alguns olhares sobre o uso tecnológico que orientei em 2015 no ensino médio da escola que trabalho.
Compreender como funciona esse campo de relação humano e tecnologia é um desafio em fazer analises coerentes sobre essa realidade que crianças, adolescentes, jovens e adultos vivem em seus cotidianos e vivências sociais.
Podemos fazer algo idêntico neste domingo, expressões visuais sobre o que se prensa sobre o uso de tecnologias e jogos como o Pokémon?
Este estudo é uma pesquisa primária com estudantes do ensino médio, com objetivo inicial de aprender conceitos antropológicos e de sociologia como introdução a pesquisa cientifica.
O grupo do segundo ano elaborou perguntas sobre os vícios tecnológicos identificando quantos utilizam a tecnologia e quanto tempo ficam utilizando a tecnologia está na convivência diária juvenil?
Resultados encontrados foram que a maioria tem acesso a algum tipo de tecnologia cerca de 80%. Destes cerca de menos de 50% estão viciados na idade escolar de 7º anos do ensino fundamental e 1º ano do ensino médio.
Analisar a realidade dos e das Pokémonmaníacos que utilizam esses tipos de jogos como Pokémon é importante para evitar o preconceito, evitar generalizações infundadas sobre as pessoas que gostam de se divertir com as tecnologias.
            No meu tempo de criança e adolescente jogávamos bola, tomávamos banho nos rios e subíamos as árvores e muitos sofreram acidentes por quererem se divertir, um risco que é da própria vida o fato de viver se tem riscos de tropeçar em nossos egocentrismo, imediatismo e superficialidades.

domingo, 22 de maio de 2016

MANIPULAÇÃO MEIAS VERDADES GOLPE




No Brasil é assim uma mentira é dita mil vezes e se torna uma verdade, essa mentalidade conservadora sobre aparências esconde a essência dos fatos e as causas da realidade.

Fonte: http://www.esmaelmorais.com.br/2016/05/globo-repete-1984-ao-esconder-protestos-pelo-fora-temer-no-pais/

sábado, 5 de março de 2016

A JUDICIALIZAÇÃO DA POLÍTICA


Tradicionalmente o Estado é um Estado Burguês, isso significa que o Estado serve ao capital nacional e internacional. A resistência operária tem sua força no sindicato e o partido de esquerda para chegar no poder e transformar a realidade da sociedade.
A transição do Estado do Capital para um Estado Social, parece ser uma ruptura da velha forma da doutrina fechada em interesses do capital. Essa ruptura que se verifica o embate ideológico entre avanços do Estado versus Privatizações.
Os avanços nos acordos internacionais em fortalecer o direito ambiental como maneira de garantir as gerações futuras e atuais a vida no planeta. Podemos vislumbrar um Estado Ambiental convergindo com o Social e o Capital.
A judicialização da Política, ela acontece por motivos óbvios. A falta de um controle social, do tipo de uma eleição para escolha de juízes. Ao mesmo tempo em que a sociedade civil não participa da política e deixa que as instituições façam o que quiserem e os poderes são na maioria das vezes extensão dos interesses privados.

Neste sentido se observa esse fenômeno de um desequilíbrio do Estado, em que o Legislativo, Executivo e Judiciário não se entende. A Judicialização da Política em que parece que Juiz faz Leis, excita ódio e vingança, simbolicamente querem enfraquecer o Estado Social e Ambiental. 

Fonte da Imagem: http://carcara-ivab.blogspot.com.br/2011/01/judicializacao-da-politica.html

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

SAUDADES DA DILMA ROUSSEFF!



A paixão deixa as pessoas cegas, por mais que se pense que o país vai melhorar vendendo o pré-sal, privatizando a Petrobras, SUS, Educação etc.
Mas daí vamos ter que pagar, e, pagar mais caro e certamente quando as pessoas verem que vão pagar mais e mais, daí verão que sempre tem uma empresa que tem lucro.
É só olhar o México, a Argentina com o Macri em que se teve um aumento de 600% na energia elétrica e 300% no gás, etc.
É essas realidades que o Brasil ainda não está vivendo e com a direita no poder vamos ter saudades da Dilma Rousseff!
Será que o CPMF é tão ruim assim, ou será que o CPMF consegue atingir as grandes fortunas, a elite do Brasil tem o controle da mídia e assim faz todos pensarem que o bom é o pobre pagar a conta mesmo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ANALISANDO A RETÓRICA PRÉ-CANDIDATOS A PREFEITO DE BLUMENAU

        

Observo que para fazermos uma análise política sobre os discursos dos pré-candidatos temos que buscar compreender, a racionalidade de cada um. A ação social tem sentido de político que exercem coerções da sociedade coletivamente e individualmente.
a-      Primeiro precisamos de uma quantidade de paciência para escutar as entrevistas dos pré-candidatos a prefeito de nossa Blumenau.
b-      Em segundo é preciso interpretar as perguntas que os meios de comunicações têm feito aos candidatos somando a paciência que precisamos ter.
c-      Terceiramente o jornalismo cientifico é um caminho que precisamos aprender a fazer no Brasil.
Vamos lá! Com calma e paciência: A ideia de ciência é o caminho, em sentisse o Alexandre Gonçalves cientista da comunicação, sabe sobre as meias verdades e sonegações de informações.

     Temos que utilizar três coisas para conviver com a política: Muita paciência, interpretar o que não se diz e entender o que dizem a partir de conhecimento cientifico e não achismos e opiniões infundadas de meias verdades. Infelizmente não acreditamos em melhorias e que a política possa estar sendo o bem comum, a realidade é muito pragmática ou seja uma racionalidade do capital.

Entrevista Jean Kulman fala só em ponte que a culpa é do Napoleão, já o Napoleão Bernardes diz que o governo é de realização, o pré-candidato Jefferson Forest, PT apresenta-se como renovação do Partido dos Trabalhadores um ex-filiado e militante do PCdoB. O genro Décio Nery Lima que transferiu seu título para Itajaí com possíveis alianças com PSDB e PCdoB.
O pré-candidato Arnaldo Zimmerman PCdoB tem um discurso de humanização de experiente e de um pragmatismo. Mas Arnaldo Zimmerman tem um ‘calcanhar de Aquiles’ idêntico ao do Jefferson Forest. Tem um discurso de esquerda e querem alianças com a direita, tarefa difícil essa de unificar em uma mesma grande frente o PT ou PCdoB.
A retórica midiática anti-petismo fortalece em parte os candidatos que se afinam ao coro de meias verdades. Esse fenômeno está fazendo com que a esquerda tenha que mudar a tática eleitoral, podendo a sociedade perder ainda mais com privatizações da saúde a exemplo da crise de transporte coletivo.


            Existe a possibilidade do partido NOVO apresentar velhas ideologias e Georgia Martins Faust (Gê) PSOL é uma novidade. O Giovani Zaboli (Gi) PSTU tem chance de estar de vice de em uma chapinha de retóricas animalismo, feminismo e Nudes como forma de criar polêmicas para chamar a atenção do voto de protesto. Misturado com um fora Cunha e defesa de decisão do corpo de maneira laica.