Este texto explica, de forma simples, como funciona a gravidade, como a ciência e o criacionismo podem se complementar, e por que a Terra é redonda. Mostra também por que acreditar que a Terra é plana não faz sentido diante das evidências. Muitas pessoas negam a ciência não porque sejam más, mas porque foram ensinadas assim. Algumas só aceitam o que confirma aquilo que já acreditam e rejeitam todo o resto. Outras desconfiam de governos, universidades e cientistas, achando que tudo é conspiração. Há quem leia a Bíblia de forma literal e pense que ciência ameaça a fé, o que não é verdade. A falta de estudo e a desinformação na internet confundem ainda mais. Quando a pessoa fecha a mente, ela não aceita aprender nada novo. Deus nos deu inteligência para observar e entender a criação. Negar fatos não fortalece a fé. A verdade não tem medo de investigação. Fé e razão podem caminhar juntas.
Primeira parte
O que é gravidade?
A gravidade é a força que puxa tudo para o centro da Terra. É por isso que andamos no chão e os oceanos não voam pelo espaço. Sem gravidade, tudo flutuaria, a água se espalharia e a vida não existiria. Balões sobem porque o ar empurra para cima, mas a gravidade continua puxando.
Criacionismo e ciência juntas
Deus é o criador de tudo, mas Ele também nos deu razão. A Bíblia explica por que a criação existe, e a ciência mostra como funciona. Fé e ciência não brigam; elas se completam. A gravidade, o movimento dos planetas e a formação da Terra mostram a sabedoria de Deus.
A ideia de que a Terra é plana não tem prova. A ciência mostra claramente que a Terra é redonda:
Fotografias do espaço mostram a esfera da Terra.
Experimentos antigos, como o de Eratóstenes, mediram sua circunferência.
O GPS e a navegação só funcionam porque a Terra é curva.
Os eclipses e a mudança de estrelas conforme a latitude também provam isso.
A gravidade mantém a Terra estável e a vida possível. A ciência e o criacionismo podem andar juntos, mostrando que fé e razão se completam. A Terra é redonda, e isso não diminui a fé em Deus. Negar isso só cria confusão, mas aceitar a verdade fortalece tanto a fé quanto a compreensão do mundo.
Segunda Parte
Gravidade, Criacionismo e Evidências da Terra Redonda
1. Origem e natureza da gravidade
A gravidade é uma força fundamental do universo, descrita inicialmente por Isaac Newton como a atração mútua entre massas e posteriormente explicada por Albert Einstein como a curvatura do espaço-tempo causada pela presença de massa. Esta força existe desde o Big Bang e é essencial para a formação de estruturas cósmicas, como estrelas, planetas e galáxias, bem como para a estabilidade do nosso planeta. Sem gravidade, não haveria atmosfera, oceanos ou qualquer forma de vida terrestre, pois objetos e seres flutuariam livremente no espaço, sem um ponto de referência para cima ou para baixo (NEWTON, 1687; EINSTEIN, 1916; SAGAN, 2006).
2. Criacionismo e ciência: complementaridade
O criacionismo científico busca conciliar a fé na criação divina com a observação da natureza. Enquanto a Bíblia fornece explicações teológicas sobre o propósito e a origem da criação, a ciência estuda os processos naturais que operam nesse universo. A gravidade, o movimento orbital dos planetas e a formação da Terra e de outros corpos celestes são evidências da ordem e inteligência na criação. Assim, fé e ciência não se contradizem, mas se complementam, fornecendo perspectivas distintas e coerentes sobre o mesmo fenômeno (BARBOUR, 2004; AGOSTINHO, 2002).
3. Consequências da ausência de gravidade na Terra
A inexistência de gravidade provocaria efeitos catastróficos: dispersão da atmosfera, evaporamento dos oceanos e impossibilidade de vida como conhecemos. Além disso, não haveria referência para cima ou baixo, tornando qualquer forma de movimento, navegação ou construção inviável. A estabilidade do planeta depende diretamente da ação da gravidade sobre toda a matéria, evidenciando sua função essencial na manutenção da vida e da estrutura terrestre (SAGAN, 2006; KENNEDY, 2018).
4. Refutação da crença na Terra plana
A crença na Terra plana contraria evidências empíricas acumuladas ao longo de séculos. Teorias como “domo” ou bordas limitadas carecem de comprovação científica e histórica. Refutar essa crença é fundamental para a educação científica e para a compreensão adequada do método científico, que se baseia em observação, experimentação e validação por pares (BOWEN, 2009).
5. Evidências empíricas da Terra redonda
Diversos experimentos e observações comprovam que a Terra é esférica:
Fotografias do espaço: imagens obtidas por satélites e missões Apollo demonstram claramente a curvatura da Terra (NASA, 2026).
Experimento de Eratóstenes: mediu a circunferência terrestre comparando sombras solares em cidades diferentes e aplicando geometria simples (BOWEN, 2009).
Navegação e GPS: sistemas de posicionamento global funcionam considerando a curvatura da Terra para calcular trajetórias precisas (KENNEDY, 2018).
Fenômenos astronômicos: eclipses lunares mostram a sombra curva da Terra, e a visibilidade de constelações varia conforme a latitude, evidenciando a esfericidade do planeta.
Clicar aqui vídeo no Polo sul na Antártica que terraplanista reconhecem que a Terra é redonda 🌎
FILMAGEM NO POLO POR 24 HORAS MOSTRANDO O SOL GIRANDO EM TORNO DA TERRA
Terceira parte
Darwinismo, Criacionismo, Religião e Ciência: Possibilidades de Diálogo
1. Darwinismo e ciência moderna
O darwinismo, formulado por Charles Darwin no século XIX, constitui um dos pilares da biologia moderna ao explicar a diversidade da vida por meio de processos naturais, como variação, hereditariedade e seleção natural.
No âmbito científico, a teoria da evolução não se propõe a explicar a origem última da vida ou do universo, mas sim os mecanismos pelos quais as espécies se modificam ao longo do tempo. Assim, o darwinismo é uma teoria científica restrita ao campo da biologia, testável, revisável e baseada em evidências empíricas.
2. Criacionismo: perspectiva teológica
O criacionismo, por sua vez, é uma concepção teológica que afirma que o universo e a vida têm origem em um ato criador divino.
Seu foco principal não está nos mecanismos biológicos, mas no sentido, propósito e origem última da realidade. Em sua forma acadêmica e não literalista extrema, o criacionismo não nega a observação da natureza, mas interpreta os dados científicos à luz de uma cosmovisão teísta.
3. Religião e ciência: campos distintos e complementares
Religião e ciência operam em níveis explicativos diferentes. A ciência investiga o como os fenômenos ocorrem, enquanto a religião busca responder ao porquê da existência.
Conflitos surgem quando textos religiosos são interpretados como manuais científicos ou quando teorias científicas são transformadas em afirmações filosóficas absolutas. Autores como Stephen Jay Gould propuseram o conceito de “magistérios não sobrepostos”, segundo o qual ciência e religião podem coexistir sem contradição, desde que respeitem seus limites epistemológicos.
4. Caminhos de convergência
Diversos teólogos e cientistas defendem que evolução e criação não são necessariamente excludentes. Modelos como o teísmo evolutivo sustentam que Deus poderia atuar por meio de processos naturais, incluindo a evolução biológica. Nesse sentido, o darwinismo descreve os mecanismos, enquanto o criacionismo fornece uma interpretação metafísica e teológica da origem e do sentido da vida.
5. Implicações epistemológicas
A convivência entre darwinismo e criacionismo exige rigor metodológico e clareza conceitual. Negar dados empíricos consolidados compromete a credibilidade tanto da ciência quanto da fé.
Da mesma forma, extrapolar teorias científicas para negar qualquer dimensão transcendente constitui um reducionismo filosófico. O diálogo produtivo ocorre quando cada campo reconhece suas competências e limitações.
Darwinismo e criacionismo não precisam ser entendidos como inimigos intelectuais. Quando corretamente delimitados, ciência e religião podem caminhar juntas: a ciência explicando os processos naturais observáveis e a religião oferecendo sentido, valor e finalidade à existência.
Essa abordagem favorece uma compreensão mais ampla e integrada da realidade, evitando tanto o negacionismo científico quanto o fundamentalismo religioso.
Quarta parte
Richard Dawkins: Biografia, Pensamento Científico e Análise Crítica
1. Richard Dawkins: biografia intelectual
Richard Dawkins nasceu em 26 de março de 1941, em Nairóbi, no então Quênia Britânico. Formou-se em Zoologia pela Universidade de Oxford, onde também obteve o doutorado sob orientação de Nikolaas Tinbergen, um dos fundadores da etologia moderna.
Dawkins destacou-se como biólogo evolutivo e, sobretudo, como divulgador científico, ocupando entre 1995 e 2008 o cargo de Professor for Public Understanding of Science na Universidade de Oxford.
Sua obra concentra-se na explicação da teoria da evolução por seleção natural, com forte ênfase no papel dos genes como unidades fundamentais da herança biológica.
Dawkins tornou-se uma das vozes mais influentes da biologia evolutiva contemporânea, especialmente por sua capacidade de traduzir conceitos científicos complexos para o público leigo.
2. Núcleo do pensamento científico de Dawkins
Do ponto de vista estritamente científico, Dawkins contribuiu significativamente para a consolidação do chamado “gene-centrismo”, apresentado de forma sistemática em The Selfish Gene (1976). Nessa abordagem, os organismos são compreendidos como veículos temporários dos genes, que competem pela sobrevivência ao longo das gerações.
Outro aspecto central de seu pensamento é a defesa rigorosa do método científico, especialmente do critério de falseabilidade, conforme proposto por Karl Popper. Dawkins insiste que teorias científicas, incluindo a evolução, devem ser testáveis e potencialmente refutáveis.
O famoso exemplo do “coelho no Pré-Cambriano” ilustra essa postura epistemológica: a teoria da evolução seria abandonada caso surgisse uma evidência empírica incompatível com a sucessão fóssil conhecida.
3. Análise crítica do pensamento de Dawkins
Embora suas contribuições científicas sejam amplamente reconhecidas, o pensamento de Dawkins é alvo de críticas em dois níveis distintos: científico-filosófico e teológico-cultural.
No plano científico, alguns autores apontam que o enfoque excessivo nos genes pode reduzir a complexidade dos processos evolutivos, negligenciando fatores como epigenética, desenvolvimento embrionário, interações ecológicas e seleção multinível.
Embora Dawkins reconheça esses fatores em obras posteriores, sua divulgação popular frequentemente mantém uma ênfase simplificadora.
No plano filosófico e cultural, Dawkins extrapola frequentemente o domínio da ciência ao adotar um naturalismo filosófico forte, especialmente em suas críticas à religião.
Em obras como The God Delusion (2006), ele não apenas rejeita explicações religiosas para fenômenos naturais, mas também questiona o valor epistemológico da fé em si.
Essa postura é criticada por filósofos da ciência e teólogos por confundir ciência, que é metodologicamente naturalista, com uma afirmação metafísica de que não existe qualquer realidade transcendente.
Assim, a crítica central a Dawkins não reside em sua biologia, mas na tendência de transformar resultados científicos em conclusões filosóficas abrangentes.
4. Richard Dawkins e Charles Darwin: comparação crítica
Charles Darwin (1809–1882) formulou a teoria da evolução por seleção natural com grande cautela conceitual.
Em A Origem das Espécies (1859), Darwin evitou especulações metafísicas e raramente fez afirmações sobre religião ou filosofia última. Seu foco era explicar padrões observáveis na natureza a partir de evidências empíricas.
Dawkins, por sua vez, atua em um contexto histórico distinto, marcado pela popularização da ciência e pelos debates públicos entre ciência e religião.
Enquanto Darwin manteve uma postura epistemologicamente modesta, Dawkins assume um papel militante, defendendo não apenas a teoria evolutiva, mas também uma visão de mundo explicitamente secular.
Em síntese, pode-se afirmar que: Darwin foi um naturalista cuidadoso, preocupado principalmente com dados e mecanismos.
Dawkins é um divulgador combativo, que amplia o debate científico para arenas filosóficas e culturais.
Richard Dawkins é uma figura central na divulgação da biologia evolutiva contemporânea e desempenhou papel relevante na defesa do método científico, da evidência empírica e da falseabilidade das teorias científicas. Sua contribuição para a compreensão popular da evolução é inegável.
Entretanto, sua abordagem suscita críticas quando ultrapassa os limites da ciência e adota posições filosóficas e teológicas apresentadas como consequências diretas da biologia. A comparação com Darwin evidencia essa diferença: enquanto Darwin buscava explicar a natureza, Dawkins frequentemente busca interpretar o sentido último da realidade a partir da ciência.
Assim, uma leitura crítica do pensamento de Dawkins permite reconhecer seu valor científico sem confundir biologia evolutiva com filosofia ou teologia, preservando a distinção entre explicação científica e cosmovisão.
O que Dawkins acerta
Dawkins está certo quando diz que: A ciência precisa de provas, teorias devem ser testáveis, a evolução se baseia em evidências observáveis.
Nada disso entra em conflito direto com a Bíblia, porque a Bíblia não ensina biologia.
Ela ensina quem criou tudo, não os detalhes técnicos de como os processos funcionam.
Onde Dawkins vai além da ciência
O problema começa quando Dawkins diz que:
a fé é ilusão,
Deus não existe porque a ciência explica a natureza.
Aqui ele não está fazendo ciência, mas filosofia.
A ciência explica o como as coisas funcionam.
A fé responde ao porquê tudo existe.
Explicar o funcionamento de um relógio não prova que não existe um relojoeiro.
Resposta apologética cristã a Dawkins
O cristianismo não depende de negar a ciência.
A Bíblia nunca ensinou que a Terra é plana, nem explicou genética ou evolução.
Ela fala de propósito, moral, pecado, redenção e salvação.
A própria Bíblia ensina:
“Os céus proclamam a glória de Deus” (Salmos 19:1)
Ou seja: observar a criação não nega Deus — aponta para Ele.
Santo Agostinho já alertava, séculos antes de Darwin, que:
interpretar a Bíblia contra fatos evidentes envergonha a fé cristã.
Portanto:
aceitar evolução não obriga negar Deus;
aceitar ciência não destrói a fé;
negar fatos não glorifica o Criador.
Comparando Dawkins e Darwin
Darwin explicou como as espécies mudam.
Dawkins usa isso para dizer que Deus não é necessário.
Darwin foi cauteloso.
Dawkins é militante.
A ciência de Darwin não prova que Deus não existe.
Isso é uma conclusão pessoal de Dawkins.
O cristão não precisa escolher entre Bíblia e ciência. Mas, precisa escolher entre fé madura e fundamentalismo cego.
A verdade não tem medo de investigação. Deus não é ameaçado pela ciência. Negar a realidade não fortalece o evangelho.
Quinta parte
Evidências científicas de que a Terra é redonda (esférica)
Observação direta do espaço
Satélites, estações espaciais e missões tripuladas (não só da NASA, mas também da ESA, Roscosmos, CNSA, JAXA e empresas privadas) registram continuamente a Terra como um geoide (quase esférica). Essas imagens vêm de múltiplos países e tecnologias independentes.
Experimento de Eratóstenes (século III a.C.)
Muito antes da NASA, Eratóstenes mediu a circunferência da Terra comparando sombras em cidades diferentes e obteve um valor surpreendentemente próximo do real. Isso só funciona se a Terra for curva.
Navios no horizonte
Navios desaparecem de baixo para cima quando se afastam no mar. Com telescópio, o casco some antes do mastro. Isso é efeito direto da curvatura, não de perspectiva.
Gravidade e forma do planeta
Corpos massivos, como planetas, assumem forma aproximadamente esférica devido à gravidade. Todos os planetas observados no Universo são redondos — não há exceção observacional.
Fusos horários e dia/noite
O Sol nasce e se põe em horários diferentes ao redor do mundo. Isso é explicado perfeitamente pela rotação de uma Terra esférica, mas não por um disco plano iluminado.
Constelações variam com a latitude
No hemisfério sul vemos constelações que não são visíveis no hemisfério norte (como o Cruzeiro do Sul). Em uma Terra plana, todos veriam o mesmo céu.
Eclipses lunares
A sombra da Terra projetada na Lua é sempre circular. Apenas uma esfera projeta sombra circular em qualquer ângulo.
Aviação e rotas aéreas
Rotas de longa distância seguem grandes círculos, não linhas retas em mapas planos. Pilotos, companhias aéreas e sistemas de navegação confirmam isso diariamente.
GPS e telecomunicações
O GPS só funciona porque os cálculos levam em conta a curvatura da Terra e efeitos relativísticos. Se a Terra fosse plana, o sistema simplesmente não funcionaria.
Consistência científica global
A esfericidade da Terra é confirmada por física, astronomia, geologia, navegação, engenharia e telecomunicações, todas concordando entre si. Não é opinião, é convergência de evidências.
A Terra não é considerada redonda por autoridade, fé ou conspiração, mas porque todas as observações independentes, repetíveis e testáveis apontam para isso. A ideia da Terra plana não explica os fenômenos observados, enquanto o modelo esférico explica todos com precisão.
Negar a Terra redonda não é ceticismo científico — é rejeição de evidência empírica.
Conclusão
A gravidade é uma força essencial que mantém a Terra e a vida estáveis. Criacionismo e ciência podem ser conciliados, demonstrando que fé e razão são caminhos complementares para compreender o universo.
A Terra é comprovadamente esférica, e a negação dessa evidência, como na crença da Terra plana, ignora séculos de observações e experimentações. O estudo científico fortalece a compreensão da criação divina e reforça a importância de aceitar evidências empíricas sem comprometer a fé.
As pessoas negam a ciência por diversos motivos, que não envolvem necessariamente falta de inteligência, mas fatores psicológicos, sociais, culturais e ideológicos. Os principais são:
Viés de confirmação Tendência a aceitar apenas informações que reforçam crenças prévias e rejeitar dados contrários.
Pensamento conspiratório Desconfiança extrema de instituições científicas, governos, universidades e mídia, vistos como manipuladores.
Identidade religiosa ou ideológica rígida Quando crenças pessoais são percebidas como ameaçadas pela ciência, ocorre rejeição defensiva.
Leitura literal de textos sagrados Confusão entre linguagem simbólica/teológica e descrição científica do mundo físico.
Baixo letramento científico Dificuldade em compreender método científico, evidência, hipótese, teoria e revisão por pares.
Desinformação digital e bolhas sociais Algoritmos reforçam conteúdos extremos, criando “câmaras de eco” que isolam o indivíduo.
Rejeição da autoridade científica Substituição do conhecimento validado por “opinião pessoal” ou “revelação individual”.
Medo de perda de sentido ou controle A ciência pode gerar insegurança ao questionar explicações simples ou absolutas.
Confusão entre ciência e ideologia Teorias científicas são erroneamente vistas como agendas políticas ou morais.
Dogmatismo cognitivo Rigidez mental que impede revisão de crenças mesmo diante de evidências sólidas.
Negar a ciência não é doença nem incapacidade mental. É, na maioria dos casos, resultado de fatores emocionais, culturais e cognitivos, agravados por desinformação.
Superar o negacionismo exige educação científica, diálogo respeitoso e pensamento crítico, não ridicularização.
Richard Dawkins é um biólogo que defende a evolução, mas também critica a fé cristã.
A ciência explica como a vida funciona, não por que tudo existe.
A Bíblia não ensina biologia, mas fala de propósito e salvação. Aceitar a evolução não obriga negar Deus.
Darwin explicou mudanças naturais; Dawkins usa isso para negar o Criador.
Isso não é ciência, é filosofia pessoal. Santo Agostinho já alertava para não negar fatos por leitura errada da Bíblia.
Negar a ciência não fortalece a fé. A verdade não teme investigação. Deus não é ameaçado pela ciência.
Fontes Bibliográficas
AGOSTINHO, A. A Interpretação Literal do Gênesis. São Paulo: Paulus, 2002.
BARBOUR, I. G. Religião e Ciência. São Paulo: Loyola, 2004.
BARBOUR, I. G. Religião e Ciência: Caminhos de Diálogo. São Paulo: Loyola, 2004.
BÍBLIA. Tradução Almeida Revista e Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.
BOWEN, A. Eratosthenes and the Size of the Earth. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
COLLINS, F. S. A Linguagem de Deus. São Paulo: Gente, 2007.
DARWIN, C. A Origem das Espécies. São Paulo: Martin Claret, 2009.
DARWIN, C. A Origem das Espécies. São Paulo: Martin Claret, 2009.
DAWKINS, R. The Selfish Gene. Oxford: Oxford University Press, 1976.
DAWKINS, R. The Blind Watchmaker. Oxford: Oxford University Press, 1986.
DAWKINS, R. The Greatest Show on Earth. New York: Free Press, 2009.
DAWKINS, R. The God Delusion. Boston: Houghton Mifflin, 2006.
GOULD, S. J. Rocks of Ages. New York: Ballantine Books, 1999.
MAYR, E. What Evolution Is. New York: Basic Books, 2001.
EINSTEIN, A. A Teoria da Relatividade. Berlim: Annalen der Physik, 1916.
GOULD, S. J. Rocks of Ages: Science and Religion in the Fullness of Life. New York: Ballantine Books, 1999.
KENNEDY, D. History of Astronomy: From Ancient Greece to Modern Times. New York: Springer, 2018.
MAYR, E. What Evolution Is. New York: Basic Books, 2001.
NASA. Earth from Space. Disponível em: https://www.nasa.gov/. Acesso em: 9 jan. 2026.
NEWTON, I. Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica. Londres: Royal Society, 1687.
SAGAN, C. O Mundo Assombrado pelos Demônios: A Ciência como uma Vela no Escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
Anexo A
Anexo B clicar a imagem e continuar lendo


